quarta-feira, julho 30, 2008

Humor do dia

Dream On (no último volume)
Aerosmith
Composição: Steven Tyler

Every time that I look in the mirror
All these lines in my face gettin' clearer
The past is gone
It went by like dusk to dawn
Isn't that the way?
Everybody's got their dues in life to pay

I know nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win

Half my life's in books' written pages
Lived and learned from fools and from sages
You know it's true
All the things
Come back to you

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Dream on, dream on, dream on
Dream until your dream comes true
Dream on, dream on, dream on
And dream until your dream comes true
Dream on, dream on, dream on, dream on
Dream on, dream on, dream on

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

(porque se isolar, às vezes, é necessário)

terça-feira, julho 29, 2008

Tostines

Hoje ainda é terça-feira...
Hoje já é terça-feira...

sexta-feira, julho 25, 2008

Paradoxos

Às vezes, precisamos passar por um processo de reciclagem e mudança total de paradigmas. Neste momento, descobrimos que, de uma hora para a outra, você, apesar de ser a mesma na essência, mudou em alguma coisa. O que significa que aquela calça ainda lhe serve, mas já não é adequada para você.

Tenho passado por várias situações assim.

Ainda não tinha comentado disso aqui - pelo menos não tão diretamente. O fato é que, recentemente, um desses processos de mudança por que passei foi bem doloroso. Mas me serviu para questionar o que, nesta vida, merece meu empenho e dedicação.

Por exemplo, descobri que não vale a pena insistir numa amizade já desgastada. Ainda mais quando os sinais são tão evidentes: ironia desnecessária ao ouvir minhas histórias; esquecimentos estranhos de aniversários e encontros; críticas gratuita às minhas vitórias e medos mais remotos. E por aí vai.

Fui, é claro, apontada como a maior culpada de tanta decepção (sic). Não sou santa e cometi, sim, meus deslizes. Mas não fui passível de perdão, apesar das coisas boas que fiz - das mais risíveis às profissionais (que até envolveriam somas em dinheiro fosse eu mais mercenária e menos idiota).

Mesmo sendo eu a maior defensora da máxima que diz que amigos de verdade nunca deixam de sê-los, acho que algumas situações mereceriam mais cuidado. Na falta de tato, melhor seguir a vida assim, com um buraco no peito. Mas com dignidade.

O carinho e a preocupação, claro, permanecem intactos. Quero o bem do meu amigo e desejo-lhe toda a sorte do mundo. Ainda mais sabendo que daqui a cinco dias será o aniversário dele.

Deixo, aqui, portanto, minha homenagem a ele - uma vez que não é porque não nos falamos que deixarei de pensar nele, que foi meu padrinho de casamento, meu anjo da guarda e meu orelhão portátil em tantas horas de alegrias e aflição.

Ah, e como a gente brincava muito, não posso deixar de colocar uma piada no ar, que ele adoraria de ler. E riria alto, a ponto de perder o fôlego.

Essa é pra você!

Duas bichas 'fashion' foram acampar às margens de um rio.
Elas caminharam alegremente com suas camisas 'Armani', bermudas 'Versace', mochilas 'Victor Hugo' e botinhas 'Calvin Klein', o dia inteiro. Cansadas, resolveram acampar.

Quando terminaram de armar a barraca já era noite, e as meninas estavam EXAUUUSTAAAASSS! (ui!).

Resolveram, então, ir para a cama. Então a mais serelepe delas disse:

-Imagine!!! Com um LUUUUXOOOO de céu estrelado desses, você acha mesmo que euzinha vou dormir dentro dessa barraquinha HORROOOROOOSA, minúscula e sem graça.

A outra, preocupada disse:

-Mas pode ser perigoso. É melhor ficarmos juntinhas aqui mesmo.

E a corajosa disse: - FUI !!!

Uma ficou na barraca e a outra foi dormir às margens do rio.

Acontece que, durante a noite, veio um jacaré enorme, MÓIIINTO grande mesmo, e CRRAAAAUUUU, comeu a coitada da bicha inteira (gastronomicamente falando) numa única mordida, somente deixando fora a cabeça da alegre bicha com seu boné da 'Yves Saint Laurent'.

Na manhã seguinte, a bicha sensata se levanta:

-Bom dia Sol, bom dia flores, bom dia natureza, e...

Correu para ver a amiga aventureira. Chegou pertinho do rio e viu o jacaré parado,
barrigão prá cima, todo feliz, e só a cabeça da bicha pra fora da boca do animal...

Olhou, olhou, e exclamou:- GEEENTEEEE!!! Agora VC arrasouuuuuuu!!!!
É UM ESCÂNDALO ESSE TEU SACO DE DORMIR DA LACOSTE ... !!!!

quinta-feira, julho 24, 2008

Barulhos na cabeça

A cena que me ocorre é a do filme "A liberdade é azul", quando a personagem de Juliet Binoche, atordoada com os seus problemas pessoais, vai - apesar do seu cansaço físico, do trânsito, do vazio no peito, da vontade de fugir - para o seu treino de natação. É que, apesar do desespero, é na tranquilidade da piscina que ela consegue colocar os pensamentos na ordem do dia e fazer com que o coração alcance a paz que ela precisa para continuar lutando. Daí o nome do filme´.

Esses dias, senti uma sensação oposta. Durante as braçadas na piscina, enquanto pensava e pensava e pensava, parei alguns minutos para ouvir o que acontecia ao meu redor. Misturado ao barulho da água, um zunido sem fim. Pensei, imediatamente, que o professor deveria ter ligado o rádio e, por isso, aquela poluição auditiva. Ao tirar a cabeça da água, um susto. Nunca, em mais de cinco anos de academia, a área da piscina estava tão silenciosa. O barulho, na verdade, estava todo dentro da minha cabeça.

Como é difícil silenciar nossa mente!

terça-feira, julho 22, 2008

domingo, julho 20, 2008

Dica para baladeiros nº 2

Morrison Bar (Rua Inácio Pereira da Rocha, 362): muito barulho por nada. O espaço é bacana, mas a banda é bem fraquinha, apesar da boa seleção. Não justifica ficar na muvuca, tomando cotovelada e não agrada ouvindo-a sentada, no bar. Decepçãototal, sobretudo porque é divulgada pela Kiss, única rádio paulista a tocar apenas rock. Agora, ficou claro que se trata de jabá.

Pé de maga (Rua Arapiraca, 152): um refúgio em São Paulo. Um jardim enorme, com três pés de manga, mesas na varanda, ambiente tranquilo, ótimo para um bate-papo entre os amigos. Tão bom que tem cara de quintal de casa. Melhor ainda que só se paga o que consumir. Até porque o preço das coisas lá, é meio salgado (um refri quase 5 reais).

Padaria Villa Grano (Rua Wizard, 500): tudo de bom. Além da conveniência de um lugar aberto 24h, a padaria é estilosa e oferece lanches maravilhosos, a preços justos. o que leva o nome da casa, por exemplo, tem roast beef, rúcula, tomate seco, mussarela e abacaxi grelhado, custa R$ 13,90 e serve bem duas pessoas. Uma maravilha gastronômica para ninguém botar defeito. O Florença é outra delícia feita com presunto parma e rúcula. Quem prefere sopas, o buffet custa R$ 19,90. Uma ótima pedida para fim de noite.

Filmes com gosto de férias

Por indicação da minha irmã, fomos assistir ao Fim dos Tempos, do cineasta M. Night Shyamalan (o mesmo de Sexto Sentido). O tema, como não podia deixar de ser, mistura ciência e fé - uma característica da sua filmografia.

Com exceção da primeira cena, quando pessoas começam a cair de um edifício em construção, sofrendo do que parece ser um surto coletivo, o filme é péssimo da segunda cena em diante. Em parte porque usa e abusa do pavor norte-americano que atribui a qualquer situãção de perigo de causa desconhecida a supostos atentados terroristas. Depois e principalmente porque sugere uma reflexão crítica sobre questões como o desequilíbrio climático global, o terrorismo e o papel da televisão na abordagem destes temas.

Foi ainda pior a última cena - e azar de quem não gosta que se conte o final - quando ele repete o "massacre da brisa assassina" que começou em Nova York, desta vez na França, tentando dizer que "o mal pode acontecer a qualquer momento, em qualquer lugar". Filme B querendo passar lição de moral: Ah, me poupe!

Em compensação, Viagem ao Centro da Terra, do diretor Eric Brevig, é um filme despretensioso, repleto de efeitos especiais e divertido. Como todo blockbuster deve ser. São quase duas horas de absoluto entretenimento, mesmo sem ver a tecnologia 3D (embora seja possível perceber onde ela acontece). Deu até vontade de ver de novo, desta vez numa sala decente, só para ver esse lance de terceira dimensão.

Livro do semestre: As crônicas de Nárnia

Devo ter demorado uns seis meses para ler a obra de sir C. S. Lewis. Não por incompetência, por preguiça ou por dificuldade. Mas porque eu queria apreciar a leitura tal qual uma criança que pede à mãe ou ao pai que continue a história todas as noites, para que os sonhos dela sejam mais encantados e bonitos.

Antes que eu receba as pedras dos críticos que se limitaram a assistir ao filme homônimo e que o acharam tosco: o livro não chega aos pés da filmografia, embora o primeiro esteja bem próximo do original que o segundo, repleto de adaptações toscas e noveleiras.

Sim, é tremendamente infantil. E não, não tem nada a ver com as aventuras de J.R Tolkien, que foi amigo de charutadas de Lewis e adorava trocar figurinhas entre os mundos por ambos inventados. Mas eu não me importo de dedicar meu tempo a ler contos de fada, ainda mais agora, num mundo tão avesso à fantasia e à delicadeza.

Lewis, a meu ver, é a versão masculina da Dona Benta - a quem devo todo o respeito e carinho por ter me proporcionado as aventuras mais malucas em minha infância. Por isso, a leitura foi prazerosamente degustada em doses homeopáticas e exclusivas. Porque me permiti, durante todo esse tempo, a abrir mão de outras literaturas, apenas para não contaminar meu mundo de faunos e unicórnios e bruxas e animais falantes e viagens a outro mundo.

E, como ele mesmo diz ao fim do livro, quem acha conto de fadas coisa de criança está sendo, na verdade, limitado. Antes acrescentar coisas novas à vida que limitar o seu mundo a coisas de adulto. E eu adorooooooooooo coisas de criança, inclusive algodão doce :)

sexta-feira, julho 11, 2008

Um mês depois

Sumi por pura falta de tempo - que estava escasso até para ir ao banheiro.

Mas não me esqueci de viver, fiquem tranquilos.

Nesta correria alucinada, encontrei tempo para:

- jogar Wii e ter uma tarde só de mulheres com Tati e companhia. Foi a coisa mais hilária pagar o mico de me ver pulando e "simulando" participar de modalidades olímpicas. Mas me deu muitaaaaaa vontade de ter um joguinho daquele para treinar em casa.

- conhecer a Ludus & Luderia e reunir num só lugar uma galera fantástica, que não se conhece mas que se divertiu a valer jogando Enciclopédia, Imagem & Ação, Caça Pirata, Máster, Cara a Cara e Super Trumpho.

- por pura empolgação com o novo barzinho, comprei de presente de casamento dois jogos - JengaJenga e Perfil. Gordo fofo e eu fazemos vários campeonatos em casa. A gente, e os gatos.

- Ah, claro, estimulada por minha amiga Louca dos Gatos, pegue outro gatuno, o Negão, que estava com frio e fome no condomínio. Ainda é temporário e não temos nenhum amor louco por ele - mas porque ainda está doentinho e não está castrado. Mas eu me divirto de ver a Filó e ele brincando de esconde-esconde e estamos vendo a possibilidade de ficar com ele, caso, depois de castrado, ele fique mais tranquilinho e menos barulhento. Se ficarmos com ele, teremos de achar outro nome. Negão é muito negão pra minha cabeça.

- Também fizemos 8 quilômetros de caminhada, descendo a estrada velha de Santos. O passeio é encantador, as paisagens são lindas. Mas fiquei uma semana sem conseguir andar direito. A culpa, claro, foi da pedicure, que machucou meu dedo - e não do meu sedentarismo kkkk.

- Por indicação da minha irmã, fomos assistir Fim dos Tempos, do mesmo produtor do Sexto Sentido. Se querem saber mnha humilde opinião, achei o filme um LIXOOOOOOOOOOOOOO. Algumas tomadas boas, foto até que bonita. Mas que historinha mais sem graça - ainda mais aquele final deprimente a la Independence Day. Preferia ter ido assistir Kung Fu Panda... ou Wall-E.

- Completamos 2 anos de casados!!!!!!!!! Não é lindo? Preferiamos ter ido comemorar em Porto de Galinhas, com os outros dois casais amigos de lua de mel. Enfim, nem tudo é exatamente como a gente quer. Contentamo-nos em fazer um belo jantar e eu tomar um dos meus primeiros porres de vinho, rsrsrs.

Não é preciso muito para ser feliz :)