sexta-feira, dezembro 21, 2007

Enfim, o fim!

É sempre assim. Quando o ano é bom, dá uma vontade de parar o tempo e fazer as coisas caminharem devagar - que é pra não correr o risco de o caldo entornar por algum motivo.

2007 foi, realmente, um ano bacana.

No lado profissional, tive mais saldos positivos que negativos. Mas fiquei devendo no lado pessoal: larguei a academia, abandonei o curso de filosofia - embora tenha me dedicado horrores no curso de inglês.

Por conta disso, a saúde meio que reclamou. Sentiu a correria do ano passado e deu um espetáculo a parte neste ano.

Ganhamos uma afilhada linda de presente.

Participamos de alegrias imensas de pessoas queridas - casamento, conquistas profissionais, primeiro filho, segundo filho, bolsas de estudo, viagens inusitadas.

Tivemos demonstrações constantes de carinho e verdadeira amizade - mesmo quando estávamos há léguas de distância.

É claro que também aconteceram coisas esquisitas: frases atravessadas, atitudes indigestas, distanciamentos inexplicáveis, acidente de moto (duas vezes).

Mas, parece que já foi há tanto tempo que nem dói mais.

Que 2008 seja um ano de delícias: gastronômicas e turísticas.

De sorrisos fartos e sinceros.

De momentos mágicos e inesquecíveis.

De realizações concretas.

Mas, sobretudo, de muita verdade, amor e tranquilidade.

Que venha ano novo. Que estamos esperando você de braços abertos!

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Natal

Simplesmente detesto essa época do ano.

Tudo empaca: sou obrigada a ficar em frente ao computador, esperando um e-mail que não chega nunca e uma ligação que, virge, já tinha de ter rolado há duas semanas. E isso só não aconteceu porque, por causa do feriado enoooorme, e das festas de fim de ano, tudo vira prioridade, menos dar entrevista.

Tentar fazer compra é um porre: lojas cheias, pessoas mal-educadas, tudo caro.

Outro dilema é ter de pensar que presente dar para aquela pessoa que já não tem a menor afinidade com você, mas que é família. Você não sabe o que ela gosta, o que ela tem ou deixa de ter, quanto calça ou veste... Aliás, a única coisa que pode agradá-la é de gosto duvidoso - e você não sabe nem como procurar, média de preço, se é ou não lançamento. A vontade é desistir no primeiro obstáculo.

Um monte de solicitação para entrar na lista de amigo-secreto. Já não curto a brincadeira em situações normais de temperatura e pressão. Nesta época, correndo o risco de pegar aquela tia exigente - e que não gosta de falar o que quer ganhar - ou aquela prima reclamona, me aflige. Esse ano decidi fugir.

Final de ano também significa limpar os armários, jogar fora tudo o que não presta, etc. Essa parte até que gosto - mas sempre fico impressionada em perceber o quanto guardo tranqueiras inúteis.

Sem contar aquele povo que aparece do nada, desejando-lhe boas festas - quando não prestou em telefonar uma única vez durante todo o ano, para saber como estavam as coisas. Coisa feia essa tal hipocrisia.

Tem, ainda, aquela sensação geral de que deveríamos ter amado mais, curtido mais, vivido mais, brigado menos, se importando menos com os problemas pequenos...

Ah, e claro, aquele famigerado frio na barriga ao pensar no próximo ano: será que desta vez vai? Será que rola aquela promoção? Será que os impostos vão diminuir? Que vou ganhar na megasena?

Também tem a pressão dos colegas. "E aí? Vai viajar? Praia ou montanha? Peixe ou churrasco?" Quando você responde: "não sei, ainda não pensei", faltam nos dizer "coitadinha, né? não viajar no reveillon, coisa triste."

Triste é ficar nervoso com o congestionamento - e com o preço abusivo dos hotéis nesta época. Affe.

Gente, pelo amor! O mundo não acaba em dezembro. Aleluia!

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Lista de presentes

- Harry Potter 7
- O caçador de pipas
- DVD Pulse - Pink Floyd
- DVD The Police ao vivo
- Box Poderoso Chefão
- DVD Pulp Fiction
- DVD O Iluminado
- DVD De volta para o futuro 2 e 3
- Coletânea dos Beatles
- Corda de pular
- Bicicleta
- Baralho de Cancan
- War
- Rede
- Cremes
- Chocolate
- Notebook

Será que me esqueci de alguma coisa? :)

LG sucks

Em casa, quase tudo é LG: monitor, celular, DVD... Adoro a qualidade dos produtos, a facilidade de manuseio, o preço. Mas as coisas boas terminam aí.

Se meta a besta de reclamar de alguma coisa para ver o que acontece.

Compramos um HT da marca, mas veio faltando dois cabos. Ligamos para a Central de Atendimento e lá nos informaram que teríamos uma resposta para nossa solicitação em menos de uma semana. Já se passaram três e ninguém nos ligou de volta.

Ok. Quem se interessa corre atrás, não é assim? Liguei de volta, para saber que fim levou o Robin e, não bastasse uma atendente mal-educada me atender, soube que, para ter meu problema resolvido, eu deveria enviar, por fax, a cópia da Nota Fiscal com o número de protocolo para a empresa. Quando lhe perguntei se eu poderia enviar a cópia por e-mail, fui informada de que isso seria impossível.

É claro que, numa empresa de alta tecnologia como a LG, é no mínimo ridículo estar limitada a enviar qualquer coisa por fax. Daí que decidi perguntar para a "mocinha do mal" como eu poderia registrar uma reclamação contra a empresa. Para minha surpresa, fui informada que deveria fazer a reclamação por e-mail.

Diz aí, cara pálida: é ou não é um contrasenso?