segunda-feira, julho 30, 2007

Filmes na ordem do dia

Depois de mais de um ano sem conseguir alugar filmes ou ir ao cinema, decidimos correr atrás do tempo perdido. Na lista abaixo tem de tudo: lançamentos, clássicos, independentes. Mas todos muito bons. Aproveitem! E indiquem outras coisas bacanas nos comentários!

Mudança de Hábito: um clássico do humor, com a Woolpi mandando bem à beça. Ideal para aquecer dias chuvosos.

Uma ponte para Terrabítia: dois pré-adolescentes se unem e criam um mundo de fantasia. Perfeito para aqueles dias em que tudo parece dar errado.

À procura da felicidade: simplesmente ma-ra-vi-lho-so!!! Will Smith dá uma lição de coragem e de persistência. O filhinho dele, então, é a personificação do amor e da tolerância. Para qualquer hora do dia e da noite, em doses cavalares e frequentes.

Deja vù: decididamente, não é o melhor filme do Denzel Washington. Para quem está familiarizado com histórias sobre máquinas do tempo, o enredo se revela no meio da trama. Mas pode ser uma boa para quem não tem nada de melhor para fazer.

Babel: o último da trilogia do diretor mexicano Alejandro Gonzales-Iñarritu (21 gramas e Amores Brutos), o filme continua a saga, já abordada pelos anteriores, de como acontecimentos inusitados podem estar relacionados uns com os outros. É tensão do começo ao fim. E uma sensação de decepção no final. Precisei desligar a TV e ir para o banho inconformada para, 15 minutos depois, louvar o final como um dos melhores dos últimos tempos.

Bagdá Café: linda trilha sonora, linda história, tomadas geniais. E mais um daqueles filmes sobre amizade imperdíveis!

Pequena Miss Sunshine: porque uma kombi amarela e um velho drogado só podem mudar a vida das pessoas para sempre.

Harry Potter e a Ordem da Fênix: sem dúvida, o melhor filme da série. Excelentes efeitos especiais, fidelidade ao livro e algumas adaptações que não deixaram a desejar.

sexta-feira, julho 27, 2007

The Beach Boys - Wouldn't it be nice

Digam o que quiser os modernosos. Mas o mundo com amor é muitoooo mais legal!

quarta-feira, julho 18, 2007

Pausa para reflexão

Num dia como o de hoje, quando a população brasileira segue consternada com a situação caótica da aviação brasileira, um texto como o daí embaixo já diz tudo.

1. Experimente de tudo duas vezes. Na lápide de Madams (de "Whelan's and Madam") ela diz que gostaria de ter o seguinte epitáfio: Experimentei de tudo em dobro... amei as duas vezes!

2. Mantenha apenas os amigos alegres. Os tristes te deprimem. (tenha isso em mente e certifique-se que você não um desses depressivos)

3. Continue aprendendo: aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, qualquer coisa. Nunca deixe o cérebro desocupado. "Uma mente vazia é o ambiente propício para instalação do mal." E o nome desse mal é Alzheimer!

4. Curta as coisas simples.

5. Ria com freqüência, em alto e bom som. Ria até perder o fôlego. E se você tiver um amigo que te faça rir, procure estar bastante tempo na companhia dele/dela.

6. Se vierem lágrimas: Resista, recupere-se e siga em frente. A única pessoa que está com você a tua vida inteira é você mesmo.VIVA enquanto estiver vivo!

7. Cerque-se de coisas que você ama: não importa se é sua família, seus amigos, seus animais de estimação, música, plantas, hobbies, o que quer que seja.Sua casa é seu refúgio!

8. Cuide da sua saúde: se ela está bem, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está além das tuas possibilidades de fazê-la melhor, procure ajuda.

9. Não vá a lugares onde não se sinta bem. Saia para ir ao shopping, mesmo que seja num outro bairro, numa outra cidade, mas NÃO vá a lugares que te deprimam.

10. Às pessoas que você ama, diga que as ama, sempre que tiver oportunidade.

11. Perdoe aqueles que te fizeram chorar. Você pode não ter uma segunda chance para fazer isso. O tempo perdido nunca mais poderá ser encontrado!

segunda-feira, julho 16, 2007

Hipocrisia da igreja

Ontem, fui a Aparecida do Norte. Deparei-me com algumas surpresas, como pessoas subindo uma ponte de joelhos para pagar promessas, e demonstrações mais sutis de fé, mas nem por isso menos belas, como a cantoria de um grupo de romeiros diante de um percurso que simboliza o calvário de Cristo. Sem contar, é claro, a magnitude da Basílica e a miséria do restante da cidade, concentrada do lado de lá da ponte.

Mas não posso deixar de revelar minha indignação diante da insistente hipocrisia da igreja católica. Ao lado da Basílica existe um shopping center de opções: lojas vendendo santinhos, crucifixos, fitinhas bentas, bonecas, sacolas, imagens em barro e em bronze. Em meio a tudo isso, a diversidade gastronômica liderada pelo McDonalds. E uma franquia da Ultrafarma que, pasmem, não vende contraceptivos.

É claro que fizeram esse acordo para poderem abrir a lojinha ao lado do maior point católico do país. O papa manda e quem é sábio obedece. O lucro gerado em um único dia de visita justifica a negociata: apenas ontem, que era um dia normal, havia muito mais do que 100 mil pessoas concentradas no templo. MUITO MAIS.

Juro que me deu vontade de sair perguntando para todos que estavam naquela praça de alimentação se usavam ou não anticoncepcional ou camisinha. Perguntar como eles pretendiam evitar a prole gigantesca de filhos. Como evitavam doenças sexualmente transmissíveis. Se eles transavam só para procriar.

Aí, lembrei do discurso do padre, que falou durante a missa da crise nos relacionamentos provocada, sobretudo, pelos meios de comunicação. E, novamente, me deu vontade de perguntar se antigamente, quando a TV não era um objeto comum nos lares, não existia traição, casamento arranjado, casamento infeliz, uniões de fachada. E se essa "falência" nos relacionamentos é, hoje, fruto de uma cultura de honestidade, na qual os pares preferem se separar a se manterem unidos para salvar as aparências. Quis perguntar se admitir um erro, por acaso, é viver uma crise social.

Mas, depois, lembrei que não vale a pena discutir com algumas esferas sociais.

E que a fé, afinal de contas, não tem nada a ver com instituições religiosas.

sexta-feira, julho 13, 2007

Dia Mundial do Rock

Claro que isso merece ser comemorado com muito som!!! Gosto da versão original com o MaCartney, mas o Guns também manda bem em Live and Let Die. Enjoy yourself!

quarta-feira, julho 11, 2007

The Beatles - Eleanor Rigby (1966)

Eles eram mesmo proféticos.

O mundo só pode ter chegado a esse caos por causa da solidão.

quinta-feira, julho 05, 2007

Toquinho em A casa, O pato e O caderno

exemplo de música de qualidade para crianças (e adultos)

Que som é esse?

Eis que hoje tem festa aqui no conjunto Quatro Estações. Crianças, gritinhos, risadas. Tudo delicioso. Não fosse o som no último volume de uma sacada distante três andares de onde está a garotada. Ok, ok. É só de vez em quando. Mas o que me levou a entrar neste blog e emitir uma opinião é a qualidade do som.

Para sorte dos meus ouvidos, trata-se, apenas, de um som infantil. Nada de funk, rap, Calipso, Gera Samba e derivados. Mas, sou obrigada a questionar: por quê, fala pra mim, sons infantis sempre são interpretados por uma mulher de taquara rachada, ou um homem de voz alienígena?

Na minha época, foi um gigante, vestido de Coelho, que me ensinou as músicas de roda. Há pouco tempo tentei ouvir o disco que, na infância, não saía da minha vitrola, e quase caí pra trás, tamanho desconforto auditivo que me causou. Minha mãe também me fala que eu irritava os nervos de qualquer cidadão ao colocar, repetidas vezes, o disco da Baleia Cantora, uma história daqueles livrinhos da Disney, cujo enredo eu já não me recordo. Sei apenas que se tratava de uma baleia que queria ser cantora lírica... mas que era completamente desafinada. Tentei ouvir uma vez depois de adulta. Não consegui passar da primeira música.

Por sorte, sobrevivi, não fiquei surda e, hoje, consigo distinguir bons sons dos ruins, rs.

O que impede o mercado de gravar músicas infantis com cantores de boa qualidade - para alívio dos pais desesperados, que são obrigados a ouvir tais melodias milhões de vezes no mesmo dia, mês, ano? Por acaso seria alguma heresia colocar um Gil, um Skank, uma Marisa Monte cantando para crianças?

Aí em cima, consegui selecionar, no youtube, um exemplo do que considero bom gosto para o público infantil e adulto.

OBS: Por causa de "O Caderno", de Chico e Toquinho, confesso, sem qualquer constrangimento, que tenho dó de jogar fora meus cadernos e bonecas até hoje, pensando no sofrimento que eu os causaria... É, sou apenas uma criança crescida.

OBs 2: Até hoje, sempre que ouço essa música, choro de emoção. Mas o motivo é outro, rs.

terça-feira, julho 03, 2007

O valor da amizade

Amigos, aqueles de verdade, são assim... Pode até rolar um constrangimento durante os primeiros minutos de um encontro que demorou um ano para acontecer. Mas depois da primeira gargalhada, é como se nunca tivessemos nos separado. Daí para chegar às primeiras confidências, às últimas fofocas, às trocas de figurinhas (culinárias, profissionais, culturais, comportamentais...), às piscadelas de cumplicidade, ao tique infantil de falar palavrões quando se está a vontade, à tiração de sarro generalizada e às novas gargalhadas (desta vez a ponto de curvar o corpo pra frente e quase cair da cadeira)... são dois palitos!

Porque, amigo que é amigo, nunca deixa de sê-lo!