sexta-feira, março 30, 2007

Vixi!

e depois vêm me falar de ética, moralismo, amor ao próximo...

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u133501.shtml

O mundo está mesmo perdido!

quinta-feira, março 29, 2007

Empaquei

O desânimo é tanto que empaquei. Assim. Pá.

E por mais que eu ligue, pesquise, deixe recado, tudo fica suspenso. Terrivelmente parado. Apenas o relógio segue seu tic-tac implacável.

Minha mãe costuma dizer que a época da quaresma é mesmo assim. Tudo fica meio indefinido, meio triste, meio... sei lá.

Esses dias conversei com uma amiga e descobri que ela está dando aula de português e inglês para turmas de adultos e adolescentes do ensino médio - o antigo colegial. Papo vai, papo vem, ela me convidou para me cadastrar no próximo ano para dar aula também. Fiquei em choque. Não porque desconfie da competência da minha amiga. Ou da minha. Mas porque sempre imaginei que, para dar aula, seria necessário alguém FODAÇO na área.

Porque, quando olho pra trás e me lembro dos meus professores de segundo colegial, que conclui numa escola pública tida como padrão na época, tenho asco. Afinal, fui rodeada de incompetentes por todos os lados. Quem era bom, não tinha didática. E a maioria só queria saber de sentar a bunda na cadeira e mandar os alunos lerem da página 5 à 25 e fazer um resumo cretino, que não me servia de nada. Fiquei anos lendo sobre o feudalismo e sem entender lhufas do sistema.

Daí, quando penso em mim como professora, tenho como base a professora Cecília, que me ensinou a gostar de ler. Ou a Fátima que, da 5ª à 7ª série, foi a minha inspiradora nas aulas de inglês. Ou o Sirley, que com seu humor, me estimulou a escrever. Ou o Laudelino, que foi o único que me fez entender alguma coisa de Matemática. Ou o Gustavo, do cursinho, que transformava as aulas de química orgânica numa descoberta gostosa... Professores que amavam a profissão e entendiam do que falavam. Daí, penso que me falta competência para o magistério.

Para mim, um bom professor é aquele que consegue, a partir de referências jovens, transformar conceitos complexos em divertidos aprendizados.

Pergunto: como pode alguém que não tem fluência em inglês dar aula deste idioma? Ou alguém que só ouviu falar de Platão dar aula de Filosofia.

A sabedoria da minha mãe, novamente, serviu para me alertar que, para esses jovens da periferia onde cresci, ter alguém comprometido, que sabe um pouco mais do que eles, pode ser a única chance deles de aprender um pouco além do B+A=Ba.

O duro é dizer para o meu coração se conformar com esse simplismo realista.

terça-feira, março 27, 2007

NOJOOOOOO!

Decepcionante constatar que a "espiritualidade" tida como projeto de vida para algumas pessoas é algo importante só da boca pra fora. Pois na hora do vamos ver, o que interessa mesmo é o "toma lá, dá cá".

Será que essas pessoas são incapazes de perceber a incoerência em seus discursos quando colocam seus interesses pessoais acima do desapego e do fazer o bem?

Mas, claro, preferem perder oportunidades de serem realmente DECENTES e fazerem algo para mudar o mundo. Detalhe: essas pessoas sequer levam em consideração a possibilidade de que tudo o que vai, volta. Quer dizer: o estudante ou o desempregado de hoje poderão ser seus futuros leitores, colaboradores, consumidores e, porque não, chefes e clientes. E, por serem cidadãos como eles, merecem tanta consideração quanto um milionário.

Mas o imediatismo impéra nesta sociedade podre.

Ou eu que, definitivamente, sou uma idiota. Porque não penso duas vezes em mandar um e-mail de boa sorte para alguém que me envia um cv por acaso. Ou de oferecer algumas dicas para alguém que não sabe o que fazer para conseguir um trabalho. Ou de enviar a algum conhecido, seja amigo de fé ou colega invisível da internet, uma proposta de emprego que pode lhe ajudar a sair do fosso.

Nunca perdi um emprego por isso, nem deixei minhas prioridades de lado, muito menos um dedo caiu por ser, em um segundo do dia, um pouco mais atenciosa para quem nunca me deu um bom dia ou para quem sequer sabe o dia do meu aniversário.

segunda-feira, março 26, 2007

SPA Day

Alguém aí tem alguma idéia do que é passar o final de semana num SPA? Pois bem: eu digo.
É divertidíssimo. Mas é cruel também.

Nas primeiras três horas, tudo é novidade. Queremos explorar o local, descobrir as maravilhas do alojamento, respirar fundo o cheirinho de terra molhada e bendizer a vida e aquela oportunidade única de desfrutar dois dias sem qualquer contato com o mundo exterior.

Depois do almoço, tudo muda completamente.

O prato de salada é uma maravilha colorida, de encantar os olhos. Mas o molho? Aquela gororoba de limão, sal e algum alho picado pode ser bacana para alguns. A falta do azeite, porém, faz com que aquela porção verdinha vire mato indigesto até para a pessoa mais positiva da face da Terra.

O prato quente é um bálsamo. Mas a quantidade de comida... Pense em passar o restante do dia com uma colher de sopa rasa de arroz, dois bifes FINOS de carne ao molho madeira e uma torta MAGNÍFICA de espinafre de um centímetro de altura por cinco centímetros quadrados de tamanho. Até o mais magricela dos mortais comentaria: "Só isso? Está tão gostoso, dá pra repetir?".

A resposta, claro, é NÃO.

A sobremesa, maravilha: pudim de morango. Mas mal dá pro cheiro: é uma colher de sopa, uma fatia rasa, um pedacinho maledeto. E só!

De tarde, o lanche é um copo de uísque de vitamina de maça e banana.

Na janta, salada, salada, salada e dois pedaços insignificantes de panqueca de ricota com presunto.

De ceia - é, tem ceia também - chá de ervas e três bo-la-chi-nhas de maizena.

Tudo isso intercalado com muita atividade física.

Há quem diga que é impossível pensar em comida com tanta atividade. MENTIRA. Eu, cara pálida, pensei em comida o tempo todo! Até quando fui dormir. E não fui a única. Em quase todas as rodinhas, o papo girava em torno de dicas culinárias de gordinhos e apreciadores da arte culinária.

Agora, olha que interessante. Nenhuma das comidas oferecidas lá remetiam a algo sem sabor. Ao contrário, tudo era muito delicioso e possível de ser consumido no dia-a-dia em restaurantes ou em casa. Até mouse de maracujá eu comi!

Não sei dizer se é um diferencial do local ou o conceito de SPAs é esse mesmo.

Isso, sem dúvida, acaba sendo um estímulo para continuarmos seguindo a proposta de manter a forma.

A crueldade está na constatação do óbvio ululante. Não é que me alimente mal. Mas é que me alimento MUITO.

O regime oferecido lá era de 1200 calorias. Exatamente a metade da dieta máxima recomedada para manter o corpo humano disposto e saudável. Nada absurdo. Mas, ainda assim, como é difícil fazer reeducação alimentar!!!

Até porque prefiro, mil vezes, uma bola de sorvete de chocolate a cinco pedaços de melância, três mangas, dois morangos e um abacaxi inteiro.

Claro que, com esta quantia limitada de calorias, no domingo a tarde o meu humor estava no espaço sideral. À milhas de distância do planeta.

Mas, o esforço valeu a pena. Em dois dias perdi 1,3 quilos. Já o gordo-fofo perdeu 3 quilos.

Quero repetir a dose.

sexta-feira, março 23, 2007

TGIF!

Em inglês, essa sigla despretensiosa quer dizer exatamente isso daqui: Graças a Deus é Sexta-feira!

Graças a Deus é sexta-feira e não terei de passar o final-de-semana tentando falar com a assessoria de imprensa incompetente que me garantiu uma entrevista e que, passada uma semana inteira, veio me dizer agora que o entrevistado não irá me atender por falta de tempo.

Graças a Deus é sexta-feira e não terei de ligar novamente para a Telefónica e dizer que, apesar do técnico ter vindo aqui pela QUINTA vez no mês, o problema continua sem solução.

Graças a Deus é sexta-feira e não terei de saber que o banco do meu gordo-fofo não permite fazer doc de pessoas não cadastradas no caixa automático. Mesmo quando a tal instituição financeira oferece a mesma operação via internet.

Graças a Deus é sexta-feira e não terei de ligar para a loja onde encomendamos o buffet há duas semanas e perceber, pela demora em encontrar a solicitação de pedido, que nosso armário não tem previsão de ser entregue não porque este é o prazo, mas porque ainda não comunicaram à fábrica que ele precisa ser feito.

Um final de semana livre, sem ter de me preocupar com aborrecimentos...

Até segunda-feira, claro.

Na boa, um fim-de-semana tem sido pouco para o meu nível de estafa - que me faz sentir dores no corpo e vista pesada como se eu tivesse corrido uma maratona. Simplesmente porque haja saco depender de tanto pouco caso.

Tudo isso me levou a outra reflexão. Lembrei-me de um livro que li, A Terceira Visão, de um lhama tibetano chamado Lobsang Rampa, no qual ele diz que a sabedoria budista prega que devemos ter apenas aquilo que conseguimos carregar.

Aí penso em como está ficando meu apartamento e no que ainda falta para que estejamos satisfeitos (embora ele ainda seja alugado e tals). E me pergunto se é melhor carregar o mundo numa mochila ou se vale mais a pena trazer o mundo para dentro de casa. E assim, nunca mais, precisar colocar o nariz lá fora - a não se quando se quer realmente. Não que eu odeie as pessoas ou coisa do gênero. Mas, com todos esses acontecimentos, ouvindo depoimento de amigos sobre o mundo corporativo, vivenciando o caos urbano, a poluição e tudo que está atrelado à vida numa metrópole, chego à conclusão de que a convivência está, no meu ponto de vista, cada vez mais insuportável. E o ideal é, cada vez mais, criar-se pequenos universos particulares.

domingo, março 18, 2007

Diferenças

Eis que depois de tanto tempo off, consegui permanecer online.

Pois bem. Meti-me a fazer um curso de filosofia. E, se antes já tinha mania de questionar tudo, agora descambei de vez. Uma simples aula de inglês me faz parar para refletir por dias.

Essa semana as aulas trataram da/o melhor amigo/a. E o que para todos seria muito simples de ser resolvido, para mim é um martírio. Porque tenho, sim, grandes amigos/ amigas. Mas eleger apenas um como o melhor seria uma injustiça. Mesmo porque, tenho amigas maravilhosas, com as quais não converso todos os dias, cujo grau de intimidade só não é maior por causa da distância. Mas que quando as encontro, o carinho, o amor, a sintonia é a mesma de quando nos víamos com frequência. Em alguns casos, até maior.

Poderia eleger minha mãe como minha melhor amiga. O que, de fato, é. Mas aí os colegas dizem que mãe não vale - como se o relacionamento entre mães fosse perfeito para todo mundo.

Mas aí, o que me motiva escrever o post foi algo que eu ouvi durante toda a semana. Que no processo de escolha dos amigos, optamos sempre por pessoas parecidas com a gente.

Detesto essas fórmulas prontas. Esse reducionismo.

Por quê raios eu tenho de ter amigos parecidos comigo?

Coisa mais chata essa pasteurização a que as pessoas se submetem, pensei.

E fiquei assim, com essa pulga na orelha, procurando avaliar cada pessoa que está ao meu redor, tentando entender se eles são, de fato, parecidos comigo.

Daí que, pra ter idéia do grau da reflexão, fui para o passado. Desde pequena sempre fui aquela que transitava com liberdade entre os mais diferentes grupos. E conseguia fazer grandes amizades com as mais diferentes pessoas simplesmente porque entendia que elas, como eu, tinham os mesmos medos e inseguranças.

Com o passar do tempo, essa faculdade foi ficando cada vez mais complicada. Não por mim, mas pelos outros. Afinal, todo mundo quer impor o seu modo de viver ao outro. E mesmo eu, com meu sincericídio à flor da pele, colocava meus argumentos sem pensar que poderia invadir o espaço alheio. Mas, para mim, o fato de eu não compreender ou não concordar com o modo alheio de agir e pensar, não impedia a amizade. Mas, infelizmente, o outro não enxergava assim. Sentia-se ameaçado e sobrepujado. E, por fim, fugia.

Só muito tarde entendi que para manter amizade com pessoas muito diferentes de mim, eu teria de me calar e fazer um jogo com o qual nunca concordei e que diz que "não se pode falar tudo o que pensa".

Conclusão: hoje, por mais diferentes que pareçam meus amigos, percebi que, na essência, todos possuem os mesmos valores que eu. E os que pensam diferente estão cada vez mais distantes. Mesmo porque já não tenho mais paciência de ouvir os mesmos problemas que considero infantis ou exagerados. Li a frase de Sêneca que diz: "a relação com pessoas diferentes demais de nós perturba nosso equilíbrio". E, embora eu ache que estamos neste mundo para sermos sacudidos e que essas diferenças, além de nos fazerem mais tolerantes, nos mostra uma nova visão do mundo, estamos vivendo um tempo em que a falta de respeito com o outro é tanta que melhor mesmo é nos cercarmos de semelhantes.

Uma pena. Porque posso dizer que foi com um amigo muito diferente de mim que aprendei a gostar de rock e entender um pouco de heavy metal. Um outro me ensinou que receber pessoas em casa pode ser uma arte. Um outro me ensinou que podemos nos tornar adultos, mas que não devemos matar a criança que existe dentro da gente. E, se em algum momento, eu tivesse tido preconceito porque eles, aparentemente, não tinham absolutamente nada a ver comigo, não teria descoberto tão encantadoras pessoas. Nem tido a chance de aprender algo bacana.

sexta-feira, março 09, 2007

Malditos atendentes...

Diz aí: de que mundo surgiram os atendentes de telemarketing?

Como hoje me irrita ouvir a voz de qualquer um deles dizendo que meu problema será resolvido em 24h quando sei que, um dia depois, a responsável pelo serviço terceirizado me ligará para dizer que "o técnico só poderá visitá-la amanhã". Preciso dizer que a incompetência generalizada tem nome e sobrenome? Telefonica de España de MERDAAAAAAAAAAAAA!

Aí, como se não bastasse, tem o atendente do jornal que, mesmo eu ligando para cancelar a assinatura pela enésima vez, insiste em tentar me convencer de que o seu jornal é o melhor, de que é possível fazer um novo plano mais camarada ou que o concorrente não é tão bom e, como ele, tem as mesmas matérias e problemas.

Porra, que saco tudo isso. Será que dá pra simplificar as coisas e entender que eu tenho livre-arbítrio para, simplesmente, não querer ler mais jornal. NENHUM.

E, no caso da referida operadora de telefonia fixa, ao menos uma vez, oferecer um serviço decente para o consumidor, SÓ PRA VARIAR?

Como se não bastasse, o digníssimo senhor presidente dos EUA vem a São Paulo, mobiliza Forças Armadas, FBI, CIA, Deic, Polícia Civil, Militar, diabo a quatro, entope as ruas, piora o congestionamento já péssimo da cidade... Quando tudo seria muito mais fácil se ele preferisse se deslocar utilizando um helicóptero!

Sim, ok. Meu humor está péssimo. E não, não estou de TPM. Infelizmente!

sexta-feira, março 02, 2007

Mantra da semana: tolerância e paciência

Trecho do livro A vida interior, de C.W. Leadbeater, autor do livro Os chakras.

"Se quisermos fazer algum progresso no "ocultismo", precisamos aprender a tratar da nossa vida e deixar as outras pessoas em paz. Elas têm suas razões e suas linhas de pensamento que nós não compreendemos (...) Precisamos aprender a ter caridade e tolerância, e reprimr o desejo insensato de estar sempre descobrindo defeitos nos outros.

Esse é um desejo insensato, que domina a vida moderna. Cada um de nós deseja interferir na obrigação de outrem, em vez de atender à nossa: cada um de nós se acha capaz de fazer o trabalho de outro homem melhor do que ele está fazendo (...)

Quando um homem toma uma decisão diferente da nossa, não precisamos concordar com ele, mas precisamos creditar-lhe boas intenções. Uma das piores características da vida moderna é a sua aniosa presteza para acreditar no mal.

Tentemos sempre encontar o bem em tudo e em todos. Não procuremos, e tampouco acentuemos o mal em quem quer que seja. Continuemos a fazer o nosso trabalho da melhor maneira possível, e não nos preocupemos com o trabalho alheio, nem com a maneira com que outrem o executa. ainda que outras pessoas ergam dificuldades em nosso caminho, passemos por cima delas e não nos inquietemos. Nãoincorramos no erro de pensar que outros estão tentando prejudicar nossos bons propósitos.

Nunca falemos sem saber e sem ter a mais absoluta certeza de que alguma coisa boa advirá do que dissermos. Antes de falar, perguntemos a nós mesmos a respeito do que vamos dizer: o que vou dizer é verdadeiro? é bondoso? é proveitoso? E, a não ser que possamos responder afirmativamente às três perguntas, temos a obrigação de permanecer calados."

Ponto de vista da blogueira 1: algumas coisas nunca mudam. Não é que encontrei uma Pollyanna para adultos? Não gosto do estilo do livro, mas esses trechos, realmente, mereciam ser transcritos, ainda mais hoje, depois de um dia TÃOOOOOOOOO ENROLADO.

Lição difícil de aprender: respirar, inspirar, respirar, inspirar... mil vezes se necessário, de olhos e ouvidos fechados para o mundo exterior, ANTES de proferir algum xingamento quando algo não sai exatamente como o esperado.

Lição difícil de aprender 2: parar de criar expectativas é o caminho mais curto para a felicidade e a tolerância.

Exercício para o crescimento espiritual: críticas? tem horas que é melhor ignorá-las - e engoli-las. Mas como é difícil deixar de chamar alguém de FDP quando a falha de comunicação é culpa do outro, e não sua.

Definitivamente parte 350 mil e meio: ODEIO O MUNDO CORPORATIVO!

Tostines

O mundo enlouqueceu ou fui eu que perdi totalmente o juízo?

quinta-feira, março 01, 2007

Felicidade juvenil

De repente, bateu uma saudade da pré-adolescência... essa fase despreocupada, em que o maior temor é a professora de matemática e a grande ansiedade é pelo sinal do fim da aula para curtir as últimas noites maravilhosas do verão...

O saudosismo não é gratuito. Na minha janela, um grupo de jovens acaba de surpreender um amigo aniversariante com o fatídico banho de ovo com farinha.

Meu, há séeeeeeeeeeculos não via uma comemoração destas. Tanto que não faz muito tempo alguém perguntou pra mim se isso ainda era tradição popular.

Engraçadíssimo ver, protegida daqui das alturas do meu andar, o fantasma farinhento caminhar em direção aos amigos para tentar compartilhar a sujeira e multiplicar a alegria.

Coitada da bebê, que se assustou com o acontecimento e desandou a chorar, rs.

(suspiro...)

Preciso voltar para o trabalho.